Pular para o conteúdo principal

Contribua

 Criado em abril de 2018, O Caderno do Escritor é um portal em que Lucas Barreto Teixeira encontrou espaço para discutir sobre inúmeros temas envolvendo arte e sociedade. Com o decorrer do tempo, o blog se expandiu, abrindo espaço para colaboradores e criando conteúdo em outras plataformas. No entanto, é difícil manter um fluxo constante de textos e vídeos sem qualquer retorno financeiro. Isso se deve, ainda, por conta da natureza dos "analytics" do Google, que além de não fornecerem vias de sustentar o portal apenas com o número de acesso, também causam erros e bugs ao se tentar navegar pelo site.

Com isso em mente, formas de contribuição, daqui em diante, serão disponibilizadas no presente portal. Mesmo sem doações, conteúdos ainda serão atualizados e postados, ainda que no ritmo lento em que a produção se encontra. Caso contrário, o fluxo poderá se provar mais rápido, contando com a presença de mais colaboradores, desde que o custo seja pago.

Dessa forma, caso seja possível, pedimos que considere contribuir para a manutenção do site. De tal forma, esperamos que cada vez mais textos e vídeos de melhor qualidade possível possam ser trazidos aos nossos caros leitores.


PayPal

lucasbarretoteixeira@gmail.com


Chave Pix

lucasbtesc@gmail.com


PicPay

@lucas.barretoesc


Desde já, agradecemos a todes que se interessaram e ainda se interessam pelos conteúdos aqui apresentados. Esse apoio já é da mais extrema importância a nós. Caso consiga doar, um obrigado sincero e um abraço apertado.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A hora da estrela - A epifania da morte

Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré- história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou. Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.  Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré- pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos – sou eu que escrevo o que estou escrevendo. Deus é o mundo. A verdade é sempre um contato interior inexplicável. A minha vida a mais verdadeira é irreconhecível, extremamente interior e não tem uma só palavra que a signifique. Meu coração se esvaziou de todo desejo e reduz-se ao próprio último ou primeiro pulsar. A dor de dentes que perpassa esta histór...

Palavra do Poeta - Dia 23 de dezembro

Acesse a Parte I Acesse a Parte II 23 de dezembro Quando cheguei no trabalho, Douglão saiu chorando do escritório do chefe. Quando ele me viu, veio em minha direção, com um olhar que mataria um animal. Deu um berro e esmurrou minha cara com um soco que só vi em filme de gringo na tevê. Mathias conseguiu puxar Douglão para trás enquanto ele gritava: “Imbecil! Babaca!”, além de outras baixarias. Uns seguranças do shopping viram a confusão e levaram o Douglão. Não estava entendendo nada, até que o chefe veio me ver. Ele tinha demitido Douglão. Começou com uma série de desculpinhas como: “corte de gastos”, “tempos de crise” e “dificuldade econômica”. Entendi então que eu fui o responsável pela demissão de Douglão. Abaixei os olhos, concordando com o chefe. Pior que Douglão era um cara legal. Fui lavar o rosto, a mando do chefe, para tirar a mancha de sangue que escorria do meu nariz. Quando sai do banheiro, já tinha um cara no lugar de Douglão. No meio da tarde, o chefe me cha...

Cidade Invisível - Folclorização e Epistemicídio

 Quando foi anunciada, há cerca de um mês, tive minhas dúvidas quanto à série "Cidade Invisível". Um romance policial clássico, tendo como protagonista um oficial da Delegacia de Proteção ao Meio-Ambiente do Rio de Janeiro, que investiga a disputa de terra entre uma empresa e os cidadãos pacatos da Vila Toré... mas com um elemento a mais, que a diferencia das demais séries: a utilização de elementos e personagens do "folclore" brasileiro. E é nessa questão que as principais discussões quanto à produção se deram, questionando o que tal liberdade criativa significa em um contexto sociocultural. Então, mais intrigado pelos debates do que pela premissa em si da série, rendi-me a ela. Não há nada de novo em Cidade Invisível. E não digo isso necessariamente como uma crítica. Eric (Marco Pigossi) é o policial clássico, amargurado pela perda da esposa e se vendo obrigado a restabelecer um vínculo emocional com a filha, em cenas clichês de sentimentos desestabilizados por tr...